Thoughts of the one who can not think

Tu encontraras significado no ceu, ou no mar

Sexta-feira, Dezembro 26

 
let them roam free trough the night,
lock'em morning pretty tight,
if they pop during the day,
hope them gone to far away

posted by misha  # 15:03 0 comments

Terça-feira, Setembro 23

 
Lost between the silent unspoken words, I see you fall into your own trap of solitude and despair. I've ruined the chance of helping, I blew the chance of holding you. I've thrown away my healing touch that could have helped you. I'm sory, I appolagize. 
I hope that you find someone who can. I'll be jelous, I'll be sab, but I'll be glad that you'll be happy

posted by misha  # 15:14 0 comments

Terça-feira, Setembro 9

 
"Quis marcar-te com o som
Dar-te o que nunca recebeste
Em forma de prenda
Em forma de prenda"

posted by misha  # 10:48 0 comments

Quarta-feira, Setembro 3

 
Why can´t you make yourself the question "Why does it bother me!! What does that mean"?

posted by misha  # 19:58 0 comments

Sábado, Dezembro 17

 
Partida

Partes hoje descalça
Numa estrada de espinhos
Sabendo que sangras na volta
Espero-te num abraço
Com o colo, c'o regaço
P'ra encostares esse rosto
E limpares do teu passado
Quem sabe desta vez arrumado
Na longinqua casa memoria
Onde se guarda toda a dor
E se perde o pensamento
Duma vida meio vivida
Na procura dum saber
Na procura de um ser
Que jamais te faça doer
Aquele ser que mereces
Por um dia, um segundo
Prolongado pela vida...



Se o meu abraço curar, se o meu abraço te servir, de amparo, de celebração, ele é teu como sabes

posted by misha  # 01:30 1 comments

Segunda-feira, Junho 20

 
Um beijo teu acalmaria tormentas escondidas num segundo. Ia satisfazer a procura dum silencio de prazer que se faz há muito esperar. Transformaria as tempestades demolidoras que roem cá dentro em serenos aguaceiros de água morna.
Um beijo teu soltaria a besta. A explosão que demora em se concretizar. O vulcão de intensidade que arde calmamente debaixo da superfície à espera duma pequena fraqueza por onde escapar.
O teu abraço, como grades duma prisão, prender-me-ia o quanto tempo tu quisesses. Com a força da tua doçura, e as garras dum carinho há muito em falta, transformar-me-ia numa estátua imóvel, parado no tempo e nos teus braços. E nessa prisão de gelo quente, calmo, ficaria a sorrir.
O teu sorriso derruba as muralhas que levaram anos a erguer. Suor e lágrimas secas a manter. As muralhas que esse sorriso lindo, pleno e maravilhoso, fazem mais permeáveis que nuvens, deixam-me aberto e vulnerável. Quisesses tu invadir-me, encontrarias resistência nula, e descobririas todos os recantos incógnitos daquilo que sou.
O teu ser deixa-me assim. Sem mim. Tudo que tenho quero dar. Tudo que faço, tudo que sou, por um sorriso, um abraço, um beijo teu.

posted by misha  # 16:20 1 comments

Quinta-feira, Junho 9

 
a resposta que se perdeu no silencio.
um beijo basta...

posted by misha  # 15:31 1 comments

Domingo, Abril 17

 
Miss an hug when i'm down. Miss hearing "i like you so much" whispering quietly just for me, in the midst of a crowd. Miss feeling i have a lap to fall into.

posted by misha  # 02:38 0 comments

Sexta-feira, Abril 15

 
Perco-me naquele tranquilo verde olhar. Naquele sorriso brutalmente calmo. Perco-me naquela funda e linda alma.
Mas não me quero perder...

posted by misha  # 12:14 0 comments

Quarta-feira, Março 23

 
Procurando o teu olhar esta noite achei-o fugidio. A cada sorriso roubado fugazmente, a cada passeio dos teus olhos, nunca encontras-te os peregrinos que te procuravam. Achei-te distante, inquieta, estranhei. Estranhei o teu chegar, o teu afastar o teu alheio escrever num pacote vazio de vicio. Não estavas lá, onde eu queria que estivesses. É dificil chegar até ti tendo estradas as vedadas. Não poder tocar-te. Não poder pegar a tua linda mão. Chegar perto de ti e sussurar-te ao ouvido "está tudo bem?", e sentir a tua mão na minha apertando, pedindo por conforto. E penso.
Pergunto-me onde estás, por onde viaja o teu pensamento, quem tem a tua atenção. E o ciúme cresce estupidamente em mim. Tenho ciúme do ar que vê os teus olhos, tenho ciúme do fumo que te conhece as entranhas, tenho ciúme do teu pensamento que vagueia a tua mente sem mim, sozinho. Sinto ciume do tempo que te tem todo so para ele. Tenho ciume do mundo inteiro que te pode ter. E eu não, por medo.
Lembro-me de frases feitas "nao podes realmente perder aquilo que nunca tiveste" ou "mais vale arriscar e sofrer do que nunca ter sentido". Há breves momentos em que a plenitudo do seu sentido me toca, mas rapidamente é devastado pela razão. Ou será pela disfarçada cobardia.
Eu sei o que quero. Quero ser amado por quem eu amo. Quero que gostem de mim. Quero sentir o mesmo calor e intensidade que quero ser capaz de dar. Quero-te tocar e sentir que me queres tocar também. Quero sentir. Não sei o que o futuro tem guardado para mim, mas espero que não seja a solitária insensibilidade.
Tenho receio de tanta coisa. Tenho medo de não gostar o suficiente de ti. De não saber ainda quem sou. Mas principalmente tenho medo de te perder por não conseguir agir, por não te conseguir tocar, mecher. Tenho medo que alguém tome o lugar que queria para mim. Tenho medo de saber que não ocupo na tua vida o lugar que desejo, e esse estar ocupado, como suspeito estar, por um outro alguem.
Sinto a falta do teu sorriso. Dos teus olhos fixos nos meus com um leve e doce rasgar desses labios. Sinto a falta dum abraço que ainda espero, e espero.

posted by misha  # 02:39 0 comments

Quinta-feira, Janeiro 13

 
Um sorriso, um olhar, um som duma palavra proferida sem reservas. Aquele teu jeito de agradeceres, aquele teu jeito de olhares para mim. O poder supremo de me deixares sem forças, sem reacção, sem vontade a não ser a tua. O toque dum abraço prolongado, o suave sabor dum beijo numa face que queria perto da minha só por um bocadinho mais. O engano dum encontro entre labios perdidos. O abraço...
O teu ler, o teu saber, o teu descobrir duma alma escondida. O teu conhecer, o teu lembrar de palavras minhas perdidas no tempo. O falar suave e terno sobre uma vida que não é ainda tua.
O teu leve desconfiar, a tua saudade preventiva, o teu sentir aberto. Aquele magnifico olhar que me deixa sem mim.
A tua distância, o teu ser, o teu gosto, o teu passado, o teu presente que gostava meu na construção dum futuro nosso.
O tempo que não temos, o tempo que não tenho, o tempo que já perdi. O perpetuar de segundos que sonhei parado num dos teus abraços, perdido num dos teus sorrisos, surdo ao mundo numa das tuas gargalhadas.
A ansia da tua mão, o querer do teu sono sobre o meu colo, o adormecer no teu, o sentir o teu beijo ao acordar.
Ver-te dormir, ouvir-te dormir, abraçar-te ao dormir, dormir-te.
Passear nos teus sonhos, levar-te a ver os meus(alguns pelo menos). Conduzir-te ao teu paraiso e banhar-te em aguas limpidas. Repousar em ti.
Será que Gosto mesmo de ti?

posted by misha  # 02:08 1 comments
 
Os olhares de quem nos vê numa noite escura são demasiado penetrantes para serem ignorados. Ouvem e sentem tudo antes mesmo de acontecer pois podem estar mais perto de nós sem que os detectemos. Em cima da bruma, encobertos pelo manto chuvoso que cai, observam o pulular da nossa alma, sem licença, sem perdão e com os olhos do julgamento antecipado. Veêm principalmente tudo aquilo que queremos esconder, os mais intimos segredos duma vida camuflada de ideias e pensamentos obscuros. Penetram a parede de defesas irrisorias aos seus olhares e viajam onde todo e qualquer outro ser é expulso à entrada. E gostam. Gostam de tocar e banharem-se em rios de lama podre e fétida que por inactividade se tornou viscosa e corrosiva. Bebem sedentos o liquido poluido duma alma escondida por tras de um sorriso. Banham-se alegre e jocosamente nesse poço fundo que todos nós temos e tentamos esconder. Mas é nessas noites, e como concequencia desses banhos violadores que tudo transborda e se espalha um pouco sobre a luz que impera. É em noites assim que tudo parece ser grande demais para esconder, para manter afastado da vista do mundo, e algo escapa. Um passado doloroso misturado com uma ferida recente juntam-se agora numa dança exotica, quente e toxica para queimar quem menos merece. Quem menos nós queremos queimar, mas nada o pode já impedir. Um sorriso malefico deixa-nos de mansinho enquanto nos apercebemos do passo em falso que demos. Aquela magoa que fora já esquecida voltou apesar de todos os esforços feitos e foi logo tocar quem tu gostas, quem tu queres proteger e já está feito. Resta-te somente correres mais um pouco ainda. Mostra que vales o que sentes e sorri de volta ao sorriso que te abandonou. Aceita a sua presença e abraça-o, e ofende-o com a revolta, ofendo-o com a aceitação dos teus erros, fere-o de morte com a tua negligencia por esconderes o que nao tem esconderijo dentro de ti. Aceita-te como foste, porque só podes mudar o que serás. E então, os seres da noite escura que viajam dois palmos acimo do nevoiro que te cega passarão por ti e como eu verás a beleza da tempestade sem a temeres.

posted by misha  # 01:53 0 comments

Quinta-feira, Novembro 11

 
Procuro-te no ar e não te encontro. Olho o mar, a terra, e nada me dizem sobre ti. De ti apenas sinto que existes agora e sempre longe de mim. Sei que um dia nos encontraremos e finalmente te poderei tocar para além de te conhecer. Pois é, conheço-te melhor que possas imaginar. Conheço-te para além da própria razão pois a razão não te pode explicar ou conhecer tão bem como eu. Vivo agora na esperança de um dia te encontrar no ar como um dia me encontraste. Sem saberes mostravas-me algo que não queria ver. Procuro agora no ar talvez aquilo que perdi ao encontrar-te, ou aquilo que me negaste ao perder-te. Procuro-te a ti, ou talvez a mim, aquele que passar primeiro e me der a mão, perdido aqui à beira deste mar. Volto a olhar o horizonte e só, contemplo uma das maravilhas que te quis um dia dar. Oiço o mar a falar de outros, de tantos outros que o habitam, que procuram nele refugio mas não quero saber. Não me importam. Quero saber de ti e filtro de todos os sons do mar uma noticia tua, mas nada. Fecho os olhos e parto. Deixo nesta praia a lembrança de ti para que um dia a venha resgatar e continuar a procurar.

posted by misha  # 22:53 0 comments
 
Uma noite sem nós.
Por baixo da mesa um levetoque no pé. Protegida pelos sapatos aquela pele já se conhecia intimamente, mas o toque silencioso fazia afora tremer mais fundo os corpos que o beijo no rosto com que se cumprimentaram. O segredo entre os dois levava-os para um sitio visitado na noite anterior. Não escondiam nada um do outro mas tudo do resto do mundo e isso fazia-os sorrir. Já por varias vezes os seus olhares se tinham perdido no silencio mutuo mergulhado na conversa alheia. Breves momentos qye se capturados por alguem os denunciaria. Mas rapidamente esses eternos instantes eram diluidos em frases atiradas à toa para o meio da conversa.
Estavam os dois particularmente felizes nessa noite, mas o restante grupo desconhecia o porquê e tomava como normal as suas acções. Estavam afastados pela mesa e algumas cadeiras. Nem sequer frente a frente estavam mas sentiam-se muito proximos um do outro e isso fazia-os sorrir mais do que conseguiam mostrar.
Tira mais um guardanapo para a mesa. É um gesto batido da sua personalidade mas este não é amassado, rasgado nem transfomado numa reles replica de avião. Uma caneta, uma pincelada de tinta e um desenho aparentemente sem sentido, não fora a forma reconhecida por ela. Era o mesmo desenho que tatuava o seu ventre, um sarrabisco amoroso que ele lhe fizera na noite anterior e beijara durante longas horas. Acompanhando o mais que sentido desenho, duas mãos envolvendo-o. Instintivamente, ela leva a sua mão à barriga e tenta suster o mesmo reflexo que o seu beijo provocara. E sorri.
Mais uma cerveja gelada pois os corpos já suam do calor e das brincadeiras inofensivamente provocantes continuam.
Um momento mais prolongado derrete-o e quase sem controla. Aperta os labios um contra o outro no envio dum beijo. O sorriso dela era tão brilhante e doce que nem toda a força do mundo lhe resistiria e a pouca que lhe restava não o queria fazer. Rendera-se em seus braços e adormecera dum sonho que não queria acordar. Ao abrir os olhos nessa manhã fora a primeira imagem que vira e tinha-o derrotado definitivamente.
A discussão acende-se e pela primeira vez tomam atenção ao que se falava. Mais uma discussão batida mas ainda sem solução nem unanimidade de opinião. Já antes haviam discutido sobre a questão, um contra o outro, mas agora já não pensavam por si só. Uma observação mais forte leva-a a reagir. Era da mesma opinião mas agora já não estava tão segura. Sabia que o magoava aquela insinuação e falou. Falou contra desta vez, como se fosse ele a falar, somo se os beijos da madrugada tivessem deichado as palavras dele em seus labios. E fluiam. Corriam como verdades suas, proprias e inquestionaveis. Fazia-o porque o entendia e sentia o que ele sentia.
No interior de cada um que se sentava naquela mesa a duvida. Mas uma duvida inconsciente que facilmente se dissipou despercebida e a conversa continuou.
Ele no entanto não ficara indiferente e tremia nao se contendo. Olhava-a incessantemente, olhava os seus labios a mexerem-se e a embala-lo num estado de embriegues agradavel. Olhava a docura dos seu olhos que o prendia ainda mais. Queria tocar-lhe, abraça-la, tê-a nos seus braços e junto a si por mais um infinito instante. As suas mãos, escondidadas pela mesa, tentavam alcança-la, despresando o perigo de contacto externo. Tremia e sabia que já não era só. E em voz alta disse o que só a almofada e o ouvido dela ouvira na noite anterior. Depois dum sonoro "Amo-te. Sou teu e para ti" repetia agora a conclusão "até ao fim".
Ela olhava-o nos olhos, na alma e no coração e lembrando-se do som de todas as suas palavras sorriu.

posted by misha  # 21:53 0 comments

Segunda-feira, Junho 28

 
Ouvindo agora uma promessa que pensei tua, uma promessa que quis minha, mas não sei. Não sei se alguma vez a cumprirei, se alguma vez a cumpriremos. Acho que sim, que é a primeira coisa na minha vida de que me arrependo, de não ter saído daquele pequeno bar em que me encontrava, e ter ido ao teu encontro. Ter largado tudo, e deixa-los sozinhos, deixa-la sozinha. Não sei, não faz sentido, agora não faz sentido mas na altura fazia um imperceptível sentido. Um sentido que se mostrou perverso, um sentido que se mostrou malévolo ao magoar-me, ao magoa-la com a minha fuga. Sim fugi e não está certo, sei agora que não está certo. Sinto vergonha. E tudo poderia ter mudado naquela noite, naquela singular noite em que me querias, e eu no fundo também te queria. Foi só mais uma estupidez dum estúpido que tem mais medo que tu. Acredita que tenho mais medo que tu. Porque achas que nunca te procurei mais. Porque achas que sabendo onde moras, sabendo onde trabalhas, sabendo onde estás não cheguei a tua beira, como tantas vezes disse, e te toquei, te beijei, te abracei para não te deixar fugir. Porque temo. E tenho medo, não da tua nega mas do teu sim. Do teu doce mas pesado sim. Esse é que me levaria a terrenos diferentes, penosos e difíceis. Quem sabe um dia mais tarde como tu própria disseste. Quando fores mais velha, mais dura ainda, mais cortante do que já és. Quem sabe se nessa altura, para nos magoarmos mais nos toquemos, nos beijemos, nos amemos ardentemente, a cortar o coração.

posted by misha  # 16:46 0 comments

Quinta-feira, Maio 20

 
Falaste hoje de novo. 16. Bonita idade mas já não me lembro. A cada passo que dou sinto cada vida que me passou ao lado e foi aos 16 que essa mudança se deu maior. Era a escolha necessaria, era o caminho a seguir no entanto o amargo de nao ter provado outros ares azeda-me a boca e corta-me o sorriso que não é já completo. Ninguem, talvez so tu, quiz alguma vez viajar mais fundo em mim mas mesmo tu te assustaste com algo. Eu sei o que se passou. Outra escolha, outro caminho escolhido, outra encruzilhada mal decidida. Aquela noite, aquele tempo onde falharam duas estrelas e fiquei entao cego na noite. Sem rumo, sem sentido pude então caminhar livre e tropeçar numa estrela mais brilhante mas de brilho escondido. Já vira por vezes rasgos do seu fogo que por segundos me privaram da visão mas nao fazia ideia da dimensão do seu calor. Por breves dias foi candeia mas também queimadura numa pele suave e poucas vezes perturbada. Um misto de atração com receio do toque, receio da dor, receio do vazio. Mas rapidamente essa estrela esmoreceu para um por-do-sol confortavel, não tão acolhedor como o seu nascer, mas repousante e saudoso. Penso ainda na tarde de verão, agarrado agora a uma camisola para espantar o frio dum fim de tarde eterno. Não reparo ainda na sua beleza mas sei que ela está lá. Sei que abrirei os olhos em breve e conseguirei então admira-la e adormecer.
A noite traz sem duvida a visão doutras estrelas, mais pekenas e longinquas. Não são minhas. Uma noite cintilam para mim mas rapido voltam ao manto da noite.

posted by misha  # 19:42 0 comments

Sábado, Abril 24

 
Perdi-me. Perdi-me de ti. Ja nao sinto mais. Nao sei o k se passou, mas ja nao sinto mais. Nao kero sofrer???? Mas kem sou eu entao se nao kero sofrer. S nao sinto mais nada, sou vazio. Vazio.

posted by misha  # 18:02 0 comments

Segunda-feira, Abril 5

 
Onde vais?
Que venturas percorres na minha ausência?
Calo-me perante a terra e murmuro ao vento: "Onde estás?".
Tenho uma música para ti. Ventos novos, de desertos misteriosos e vozes enfeitiçadas.
Vida agitada a tua, que nem para este velho blog tens tempo... nem para as tuas palavras gastas que choram nos escuro. Têm saudades tuas. Desapareceram há muito nessas tuas viagens pelo mundo.

Vais-te com a mudança (com a carta do tarô, o carro) por caminhos incertos. Vives e não páras talvez para esquecer o que deixas para trás. Ou o contrário. Sim. O teu coração está aqui comigo. Vais com a mente. Desgostosa alma que espera. Espera o alguém que lhe devolva o coração. Espera o que há muito lhe é devido.
Vai misterioso caminhante por entre os áridos desertos e as gélidas noites. As estrelas guiar-te-ão, as poeiras abalar-se-ão e os meus feitiços proteger-te-ão, homem sem terra, sem rosto.
Encontrarás do outro lado, o oásis dos prazeres, o amor que te foi negado e a boca que te foi selada. Encontrarás água para sarar as tuas feridas e terra para repousar teu coração. Farás raizes e darás belos rebentos. Amarás e serás amado. Vai...
Aqui não resta nada.
Vai e não olhes para trás...

posted by LostSoul  # 00:14 0 comments

Segunda-feira, Março 15

 

posted by misha  # 22:05 0 comments

Segunda-feira, Março 1

 
Sonhei contigo esta noite. E so mm tu me conhecias. Mas nao me kerias. Nao me olhavas nos olhos. Olhavas-me bem mais fundo. Na alma. Na alma que esciondi tão bem do exterior, do mundo, de mim proprio. Mas tu. Tu vias tudo sem seker me olhares, sem seker me tocares sabias. E dizias tudo qto eu kero esconder. Um sorriso tornava a minha confição nas tuas doces palavras em pecados menores. Em pecados facilmente desculpaveis por qq um. Eu perdoei. Perdoei todos os meus pecados mas nao foi suficiente. Faltava-me a única coisa que queria. Tu. E só tu. Keria k me kisesses cm eu instantaneamente te kis. Kis parar e keria k parasses tb, cmg, parar o mundo. Keria somente k gostasses de mim.
Kem és?????

posted by misha  # 17:30 0 comments
 
I feel so lost in this world
I don't seem to belong
Runing
Knowing not from whom
knowing not where to
Runing
Runing to you

posted by misha  # 16:46 0 comments

Quarta-feira, Janeiro 14

 

posted by misha  # 21:22 0 comments

Sexta-feira, Janeiro 2

 
Artistic
You are naturally born with a gift, whether it be
poetry, writing or song. You love beauty and
creativity, and usually are highly intelligent.
Others view you as mysterious and dreamy, yet
also bold since you hold firm in your beliefs.


What Type of Soul Do You Have ?
brought to you by Quizilla

posted by misha  # 20:41 0 comments
 


Inside the flames, the feelings are no longer. Only pain resists until the nothingness setles.
Only the sweet sound of the flesh burning and the souls rebirth.

posted by misha  # 20:27 0 comments
 

posted by misha  # 19:59 0 comments

Domingo, Dezembro 28

 

posted by misha  # 22:19 0 comments

Sábado, Dezembro 6

 
Agora que parto para o frio levo-o tb no coração. Caminho sózinho esta estrada tentando esqueçer cada passo que marca a ferro e fogo o meu passado mas não consigo. Penso porem em tudo aquilo que não foi mas que ainda pode ser, que ainda pode habitar um futuro longinquo, em sonho talvez.
Parto para o frio na esperança de me perder para que nem tu me encontres.

posted by misha  # 00:31 0 comments

Sábado, Novembro 29

 

Quando tais olhares me trespassaram o corpo? ou talvez não fosse eu, mas sim a minha irmã, a charli, a erica... não interessa.
Tremo ao saber que não estou só. Tremo ao saber que alguém me olha, me vigia, me chama... Eu não respondo. Não quero que me vejas, que me conheças os passos, os traços de tal impura face... mas tu és tão forte, tão persistente, tão...tudo o que n sou.
Quero sentir as tuas mãos frias sobre a minha pele quente, mas n há retorno.
Tudo me parece um sonho ao longe e nada me pertence...nem mesmo os teus lindos murmúrios que me torturam todos os dias, todas as noites...
Olha-me. Mas n me tentes ter, peço-te. Será que n percebes que esta alma espera e desespera, deseja algo que nunca poderá ter, mas nada nem ninguém a consegue agarrar, possuir?
Se ao menos... n! Começa a tortura outra vez... demónios batalham dentro de mim. Uns tentam levar-me a ti, encorajando-me, persistindo, como tu tantas vezes tentaste...tu os trouxeste. Mas os outros demónios devoram a tua voz... são maus, frios, e pertencem ao meu ser mais í­ntimo..sempre estiveram lá. Mandara-me dizer "nao te amo" a um, dizer "vai embora" a outro, dizer" odeio-te" a mais alguns... são eles que me fazem rogar pragas a quem ousar amar-me, tocar-me. Tu és um deles... uma vitima que caiu na minha teia. Eu n queria, eu n devia, mas eles são tão fortes, tão sedutores, tão vazios...
Eles afastam-me de ti. Mas resta luz em tudo o que vive. Como resta luz em mim. Eu sei que tu n vais embora. Sei que dentro de ti há uma luz mais forte do que qualquer outra! Por isso, eu espero... espero algum dia, alguma noite tocar-te...
Mas será que essa noite virá? Não me vejo no futuro contigo, n me vejo no futuro com ninguém.
Sabes como me imagino? Uma gaja sem vida, que se entregou ao trabalho e que só encontra nos homens uma fonte de prazer... achas que será assim?
Só eu poderei fazer essa escolha. Isso é o que me assusta. Saber que a culpada desta merda sou eu...
Somente eu.

posted by LostSoul  # 16:19 0 comments
 
Não ouso olhar para o lado. Podes estar a ver-me. Quero-te tocar, quero saber que me olhas mas não tenho coragem de te olhar. Será que estás ali ou sou eu somente a sonhar. Será que estou assim tão perto de ti. Será. Será que pelo menos conheces alguem que ao longe se senta e que te vai falar de mim. O gajo de branco que esteve no Sabia, pediu um café e começou a escrever desenfriadamente. Vou-te encontrar, vou-te falar um dia, vou conhecer o teu olhar, o teu sorriso, o teu choro no meu ombro, o teu toque nas minhas mãos. Agora sei que preciso te conhecer, que preciso de enfrentar-te, que preciso de dar este passo em direcção a ti. Fugirás eu sei, mas um dia vais encontrar uma parede que não conseguirás ultrapassar e ai sentirei finalmente o teu toque de raiva, o teu odio, a tua calorosa explosão de magia. Nesse dia vais-me dizer tudo aquilo que não sentes, tudo aquilo de instintivo que não consegues controlar. Nesse dia ouvirei a tua voz, a tua doce voz nem que seja para gritar MONSTRO. Nem que seja para gritar amo-te. Quero-te e não sei onde estás mas procurar-te-ei. Procurarei o teu abraço, o teu doce beijo na chuva molhada que não para de cair. Procurarei o teu beijo no meu rosto até o encontrar. Não, não perecerei. E com a coragem que a tua falta me dá, uma coragem que não para de crescer, darei passo cada vez maiores, cada vez mais ousados.
Será o proximo passo a tocar-te, o proximo passo a alcançar-te? Será que vou chegar até ti. Até ao teu doce esvoaçar de cabelo. As tuas ondas onde quero nadar e afogar os meus dedos até dormires. Quero estar lá e dar-te o meu colo para viajares no mundo dos sonhos. Quero ver a tua cara adormecida em paz sabendo que nada te tocará a não ser eu. E que estás segura nestes braços. E que estás feliz nestes braços. E enquanto dormes, as minhas maos continuarao a suave viajem pelo teu mar, pelo teu oceano de sentimentos. Esses sentimentos que encaracolam e caiem em cachos sobre as minhas pernas. Que repousam em mim finalmente. Quero estar lá nesse dia. Nesse dia onde a tempestade cessará e tu sorriras livre finalmente, por mim, comigo e para o futuro.
A vala que nos separa é tão grande, tão grande e tu cada vez a cavas mais funda. Por muito que avance, por muito que te tente alcançar, tu foges e cavas mais fundo, mais longe, mais inatingivel. Mas não conseguirás fugir para sempre, nem sequer por muito tempo. Vai chegar o dia, eu sei, eu quero.
Oiço vozes que não conheço e sonho que uma delas é a tua. A tua voz que da qual tanto sonhei, da qual tanto pensei ouvir falar-me, cantar-me, adormeçer-me. Será? Será? Será??? O meu pescoço ainda não vira. A minha cabeça não meche. Não saio desta posição frenetica de escrita em que te conto tudo o que te queria falar. Sorrio levemento pensando que me vês pois as vozes que antes ouvia já se calaram, já não fazem o mesmo barulho que faziam.
OiÃço francês! Será a tua amiga Charlotte. Estará contigo ou com a tua irmã. Como hei-de saber. Como hei-de sentir. A mão já me cansa e o pescoço também. Não quero sair daqui sem que tu passes por mim. Será que estás cá dentro. Sei que te escondes ao longe, num canto deste café. Sinto-te. Sei que estás perto. Estarás aqui ou na escola por trás de mim? Onde estás? Onde Estás?

posted by misha  # 00:34 0 comments

Sexta-feira, Novembro 28

 
Estou numa aula e o sol nasce nas minhas costas. Paro de estar atento à aula e viro-me para trás para o testemunhar. Enquanto o seu calor e invade os corpos adormecidos dos estudantes, recordo-te e sorrio pensando naqueles nasceres do sol que juntos iremos ver. Sorrio e penso em ti.
O sol já galgou o monte e mostra-se agora a toda a cidade. Sei que te tenta tocar também. Sei que estende o meu sorriso até aos teus braços, o meu beijo até aos teus labios.

posted by misha  # 23:56 0 comments

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